TY - JOUR AU - S. Nave AU - S. Lebreiro AU - C. Kissel AU - A. Guihou AU - M.O. Figueiredo AU - T. Silva AU - E. Michel AU - E. Cortijo AU - L. Labeyrie AU - A. Voelker AB - O estudo, mostrou que a produtividade oce\^anica ao largo da costa ocidental Portuguesa \ e maior durante as fases frias do Est\ adio 5 e durante os Est\ adios Glaciares 4 e 6, sugerindo uma maior disponibilidade de nutrientes durante esses per\ \iodos. Os dados de d13C, varia\c c\~oes da granulometria e par\^ametros magn\ eticos, sugerem correntes de fundo mais fortes durante os per\ \iodos frios, concordantes com uma maior contribui\c c\~ao das correntes de fundo austrais na margem Este do Atl\^antico Norte. Os nossos dados sugerem uma liga\c c\~ao entre a varia\c c\~ao da produtividade oce\^anica e a circula\c c\~ao termohalina. BT - VIII CNG 2010 N2 - O estudo, mostrou que a produtividade oce\^anica ao largo da costa ocidental Portuguesa \ e maior durante as fases frias do Est\ adio 5 e durante os Est\ adios Glaciares 4 e 6, sugerindo uma maior disponibilidade de nutrientes durante esses per\ \iodos. Os dados de d13C, varia\c c\~oes da granulometria e par\^ametros magn\ eticos, sugerem correntes de fundo mais fortes durante os per\ \iodos frios, concordantes com uma maior contribui\c c\~ao das correntes de fundo austrais na margem Este do Atl\^antico Norte. Os nossos dados sugerem uma liga\c c\~ao entre a varia\c c\~ao da produtividade oce\^anica e a circula\c c\~ao termohalina. PY - 2010 T2 - VIII CNG 2010 TI - Varia\c c\~oes da produtividade oce\^anica ao largo da Pen\ \insula Ib\ erica durante o MIS 5 e a sua rela\c c\~ao com a Circula\c c\~ao Thermohalina. VL - 12 ER -